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marcela levi






Laura Erber :: Revista DEF-GHI - Novembro 2009

Uma das linhas de força das performances de Marcela Levi reside no modo como torna presentes e quase tangíveis os interstícios do corpo, esses buracos por onde o sentido escapa ou tende a escapar. Desde o trabalho Imagem (2002) Levi vem elaborando uma linguagem que tumultua a hierarquia entre corpo e objeto, incidindo sobre diversas dicotomias (dentro-fora, corpo-mente, ativo-passivo, afirmação-negação) que balizam nossa percepção.... [leia mais]


Luiz Cornejo :: Revista Primer Acto - Dezembro 2008

Concretamente, elege (e narra em uma passagem) o ritual do homem que literalmente “joga o laço” numa mulher. A bailarina esquarteja este costume, deixa suas entranhas a descoberto, criando e oficiando um rito liberador..... [leia mais]


Céline Pièttre e Sophie Grappin Schmitt :: Paris art - Novembro 2008

Outra surpresa muito boa da edição 2008, a peça de Marcela Levi [...]. Mais implícita, não falta, entretanto, audácia nem uma certa violência na proposta da jovem coreógrafa brasileira.... [leia mais]


Jérôme Delatour :: Images de Danse - Novembro 2008

Seu feminismo é de hoje; não se trata mais de apenas apresentar o homem como um carrasco e a mulher como uma vítima. Entre dominação e sedução, aceitação e revolta, Marcela Levi semeia a confusão e por isso produz, sem dúvida, a performance mais erótica dos Inaccoutumés.... [leia mais]


Joaquim Noguero :: La Vanguardia - Novembro 2008

Levi vai nos desvelar suas interioridades, até as menores, o mais íntimo, que não é o sexo nem o corpo, oferecido com naturalidade a descoberto.... [leia mais]


Barbara Raubert :: Revista Susy Q - Outubro 2008

No cubo onde tudo é possível, a força de sua vontade de expressar-se não pode ser contida nem formatada por outra peça de roupa que não seja sua própria pele, e assim, toda desnuda, levanta-se como terrorista do presente a partir da afirmação inexorável da temporalidade do corpo humano, seu campo de batalha, que ela apresenta sem pudor ou modéstia.... [leia mais]


Jérôme Provençal :: Les Inrockuptibles - Julho 2008

Marcela Levi pega literalmente o touro pelos chifres e, estabelecendo com o público uma relação frontal, cava em profundidade a questão do desejo.... [leia mais]


Katharina Koschorreck :: Culturebase.net - Junho 2008

A bailarina e coreógrafa Marcela Levi, nascida no Rio de Janeiro em 1973, fez seus estudos de dança contemporânea na escola de dança Angel Vianna em 1996. Durante oito anos foi um membro criador da companhia da ccoreógrafa brasileira Lia Rodrigues.... [leia mais]


Katja Praznik :: Revista Obscena - Março 2008

As duas peças de dança Massa de sentidos e In-organic da artista brasileira Marcela Levi que fizeram parte do programa deste ano do festival Complicitats em Barcelona podem ser abordadas, como todas as performances mais complexas, de várias maneiras. Vou abordá-las enquanto espectadora feminina e participante do festival.... [leia mais]


Quim Pujol :: Barcelona - Fevereiro 2008

As cenas se sucedem com delicadeza e tanto os objetos como os movimentos são utilizados na medida certa para criar um conjunto estético e semântico cheio de coerência. Ou seja, não falta nem sobra nada, tudo está relacionado entre si e, no final da obra emerge uma mensagem clara e contundente.... [leia mais]


Roberto Pereira :: Jornal do Brasil - Junho 2007

O que salta aos olhos, logo de cara, é que não se trata apenas de uma bailarina, mas de uma criadora que cria não para si, mas em si. Que não usa seu corpo para sua dança, mas seu corpo é sua dança, absolutamente inundado de uma presença desconcertante.... [leia mais]

















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