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TODA VEZ QUE EU DOU UM PASSO O MUNDO SAI DO LUGAR

Oficina com a coreógrafa Marcela Levi



Partindo do treinamento físico estruturado pelo diretor de teatro Polonês Jerzy Grotowski serão trabalhadas questões relacionadas à presença do performer através de algumas premissas: A diminuição do lapso de tempo entre o impulso gerado pela imaginação e seu resultado em ação, a prática de um corpo que age em relação. O trabalho se dá de forma coletiva, isto é, todos habitam concomitantemente o espaço, através de uma partitura de ações: caminhadas, corridas, exercícios de salto, força, equilíbrio e alongamento; colocando em jogo as seguintes questões: Como observar o outro e a si mesmo ao mesmo tempo? Como povoar, dar corpo-presente ao movimento?


Duração da oficina: 4h (1 dia) | 3h/dia (dois días)
Público sugerido: bailarinos, atores, performers, artistas visuais, músicos, estudantes e interessados.
Número sugerido de participantes para cada oficina: de 10 a 15 pessoas.
Necessidades técnicas: uma sala com piso de madeira para dança de ao menos 8x8m; uma Caixa de som ativa com entrada para mp3.





ENCONTRÃO

Oficina com as coreógrafas Marcela Levi & Lucía Russo



Temos mais e mais dificuldade de chegar nos lugares com propostas pré-definidas. Resolvemos que não fazemos mais isso (pelo menos por enquanto). Propomos então que essa oficina seja um "encontrão" onde a experiência nos choca. Vamos iniciar a conversa com dois pretextos:

1- Sobre a invenção de um corpo Pensar o corpo como uma polifonia, algo que é ao mesmo tempo sujeito e objeto, que age e é agido, que fala e é falado. Um corpo que foge à integridade, à coerência, à unidade e abraça o desvio, a fenda, o engasgo, os buracos. Nos arriscamos a dizer que nos interessa performaticamente construir um corpo que ouve vozes, quer dizer, que se ouve outro.

2- Sobre a invenção de uma coexistência
Nos propomos a pensar a coexistência instigadas por Maurice Blanchot quando diz que a conversa se dá no espaço em branco, no silêncio, entre uma fala e outra.
Nos interessa forjar uma coexistência que abraça a separação, o abismo, o desacordo, a disjunção. Tem vezes que lemos isso e pensamos em niilismo, mas não! O desacordo é fricção, fricção produz fogo, fogo aquece e é vital!

Esse é o nosso convite. Venham, vamos meter as mãos e os pés nisso?!

Duração da oficina: 4h (1 dia) | 3h/dia (dois días)
Público sugerido: bailarinos, atores, performers, artistas visuais, músicos, estudantes e interessados.
Número máximo de participantes para cada oficina: 30 pessoas.
Necessidades técnicas: uma sala com piso de madeira para dança de ao menos 10x10m; uma Caixa de som ativa com entrada para mp3.